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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Receitas do Open Day The 60's - Solar da Glória ao Carmo

- Inicio este post com um pedido de desculpas para quem estava à espera deste post desde segunda feira, mas quando realmente queremos que as coisas funcionem na perfeição é quando elas nos falham! Estou desde domingo sem conseguir entrar na plataforma do Blogger. Mas finalmente, após reclamações, as coisas já estão no seu perfeito funcionamento! -

Este fim de semana (29 de Março), o Blog Chez Sónia em conjunto com a Loja Com Certeza Gourmet, esteve presente num grande evento no Solar da Glória ao Carmo, que iria retratar os Anos 60!

O nosso conceito foi marcado de uma forma muito simples: mostrar o que de melhor tem uma loja Gourmet e de que forma se pode simplesmente confeccionar e dar uso a esses ingredientes que aos olhos de muitos são um mistério.

Foi mostrado que facilmente podemos impressionar os amigos e que com receitas simples fazemos um brilharete.

PRODUTOS DE EXCELÊNCIA + BONS AMIGOS = JANTARES DE SUCESSO!

A Organização do evento esteve à altura, pois tudo estava espectacular! Foi tudo pensado ao pormenor, nada foi deixado ao acaso! Desde os penteados, passando pelo guarda-roupa até à decoração! Foi mesmo uma viagem no tempo, onde todos estivemos à altura para que nada falhasse!

O meu muito obrigada pela oportunidade de ter participado num evento tão interessante e cheio de personalidade. Que venha o próximo!

Assim sendo, foi apresentado várias receitas, TODAS ELAS confeccionadas com produtos que facilmente (e a preços bem acessíveis), podemos encontrar na Loja Com Certeza Gourmet.

Tivemos uns Canapés de Alheira de Lamego.
Não tem grande receita, é só uma ideia de como impressionar quem nos visita, até mesmo num jantar que aparecem amigos de surpresa. Super-rápido:
- Mini tostas; 1 folha de rúcula por tosta; Alheira de Lamego (sim, é preciso "ir a Lamego" buscar a alheira, pois as que temos aqui nada se comparam com os fumeiros do Norte e quem provou entende do que falo...); e meia azeitona temperada.

NOTA: A alheira vai ao forno +/- 15 a 20 min a 200ºC, sem pele (cortem a pele com uma tesoura, a pele irá sair direitinha) e coloquem em cima de um tabuleiro forrado a papel de alumínio. Este processo irá secar a alheira, não fica tão gordurosa quando a colocamos na tosta. Depois de retirar do forno é só aguardar que ela arrefeça por completo e vamos retirando bocadinhos pequenos e colocando em cima da tosta com rúcula. A azeitona temperada é feita com azeitonas sem caroço, de frasco. Coloca-se dentro de um escorredor (daqueles do esparguete) para passarmos ligeiramente por água e depois temos que sacudir bem para que saia o excesso. Coloca-se dentro de um recipiente de tampa, ou frasco, e acrescenta-se azeite DO BOM a gosto (aconselho Malhadinha). Para 2 frascos de azeitonas (verde e preta), costumo por +/- 70 ml de azeite. Depois adiciona-se orégãos a gosto e 2 a 3 dentes de alho esmagados com casca. Abanamos bem para que todos os sabores se misturem. Convém fazer de um dia para o outro para que os sabores se misturem bem nas azeitonas. Quando as azeitonas terminarem e no recipiente sobrar azeite, guarda-se e usa-se para temperar comida, pois é um excelente azeite aromatizado.




Tínhamos em prova também a tapenade.
É um patê de azeitonas que tem muitas variantes. A minha tinha atum e tomate desidratado em conserva de azeite e orégãos da Terrius. Há quem acrescente também anchovas.
Para dois frascos de azeitonas (uma verde e uma preta) leva uma lata de atum Sta Catarina das grandes redondas ou então 3 pequenas. Escorre-se bem do óleo, assim como as azeitonas da água. Coloca-se num liquidificador, adiciona-se uma colher de chá de alcaparras, um molhinho de coentros picados, sumo de 1 limão, 1 dente de alho, 1 colher de chá de mostarda dijon, 3 tomates desidratados picados, assim como um bocadinho do azeite onde vêm pois está cheio de sabor e ainda um bocadinho mais de azeite para ligar todos os ingredientes. Ligar o liquidificador e moer até chegar à consistência desejada. Caso haja necessidade acrescentar mais um fio de azeite enquanto a máquina estiver ligada.
Ao empratar polvilhar com sementes de sésamo.

O pão é a minha receita de sempre, só que acrescentei 2 colheres de sopa de farinha de cogumelos da Terrius e sementes de sésamo a gosto.


Há imensas variantes para esta farinha de cogumelos. Tenho mais uma ideia, de mini-pizzas, e no meu workshop também fiz a mesma receita das mini-pizzas mas em formato diferente, umas tacinhas para enchermos com o que quisermos, que neste caso foi com queijo, maçã, mel e nozes. Ver mais AQUI. No site da TERRIUS também há mais ideias.

O Bolo de Maçã com farinha de Maçã Bravo de Esmolfe, fiz com a minha receita habitual, com a única diferença de que em vez de ser 200 gr de farinha é só 125 gr de farinha de trigo e acrescentei 75 gr de farinha de maçã e como a farinha de maçã já é doce, em vez das habituais 200 gr de açúcar só pus 50 gr.
Caso a farinha de maçã, ao retirar do frasco, estiver compacta, é normal! Picar com um garfo para a soltar e depois os pedaços maiores podemos ir esfregando numa peneira ou então juntamos a medida que necessitamos e acrescentamos num púcaro com um bocadinho de água ou licor de canela e vai ao lume brando para se ir dissolvendo. Vai ficar com um aspecto de puré. Adicionar aos restantes ingredientes do bolo. A maçã que se coloca por cima, na receita é macerada em licor canela, mas caso não tenham pode ir ao natural para cima do bolo e depois no fim, de ser retirado do forno, podemos polvilhar com canela e com geleia de maçã (que foi ligeiramente derretida com um bocadinho de água para ficar mais liquida e fácil de espalhar).
A forma onde fazemos o bolo, quanto mais pequena for mais alto e fofo ficará o bolo, se fizermos numa forma maior, ele fai ficar mais baixo, fofo na mesma e húmido (devido à geleia e aos pedaços de maçã).

Esta farinha é excelente, pois faz um puré maravilhoso que pode ser usado em inúmeras receitas (em iogurtes, panquecas, carne...). Mais ideias no site da TERRIUS.


Havia também chouriço e salpicão da Quinta das Poldras, compotas da Quinta dos Jugais e queijos curados do Grão a Grão.


Não deixe de visitar a Loja Com Certeza Gourmet para ver estes e outros produtos de excelência!

Quanto ao evento, foi espectacular! Estão todos de parabéns! Eu adorei e teria muito gosto em repetir para uma próxima.
Contamos consigo!

Veja mais no meu Facebook:

Um dia em cheio!!! Open Day The 60's! No Solar da Glória ao Carmo  espectacular! Excelente organização! Todos entraram...
Posted by Chez Sonia on Domingo, 29 de Março de 2015
E mais fotos AQUI!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

My Way Scones & Manteiga de Amora!

Este post não é para mostrar à minha prof do ginásio (senão amanhã são mais 10 min. de prancha!!) nem à minha nutricionista. Combinado? :-)

Ok, sendo assim aqui vai a receita que serviu para fugir à dieta.

Todas as semanas, pelo menos uma vez, podemos fazer uma asneira bem grande, certo?

Como disse uma colega do ginásio, a Vera: "Nem só do ginásio vive o Homem!!"

Como precisava de motivos para ir mais vezes às aulas (hehe) arranjei uma receita que fez as delícias da casa!

Uns scones à minha maneira!

Agarrei na receita das panquecas e fiz em formato de scones. A compota é de pêros bravo esmolfe e canela.


Um iogurte natural, a medida do iogurte de farinha, um fio de azeite, 1 gema, um toque de canela, sementes de papoila, 1 colher de café de extracto de baunilha, 1 colher de chá de fermento e não pus açúcar!!

Misturei tudo e bati a clara em castelo e envolvi. Fica uma mistura fofa e leve. Coloquei nas formas de silicone (com a colher do gelado como medida, deu para encher as 6 forminhas, dá duas colheres em cada forma).

Polvilhei com sementes de sésamo (ou flocos de aveia) e foi ao forno. No meu forno foi cerca de 15 min a 200ºC. Eles vão crescer e ficar fofos, leves e castanhinhos.

Esta massa dá para as panquecas. Uma maravilha!!

Então para estragar ainda mais a situação, peguei em manteiga sem sal (cerca de meio pacote à temperatura ambiente) e pus 1 colher de sopa bem cheia de compota de amora. Uma pitada de sal refinado e bati com a batedeira, mas muito pouco, só o suficiente para intercalar bem os ingredientes.

Vai ao frigorífico o tempo suficiente para prender um pouco, pois se a manteiga enrijece demais depois é complicado espalhar. Nos scones mornos esta manteiga é deliciosa assim como nas torradas! Pode ser feito com outra compota mas achei esta perfeita.

Para que conste nos registos, eu só comi 2 scones!!!!!! :-)

Não experimentei, mas esta manteiga também deve ser óptima para fazer bolos ou bolachas. Qualquer que seja a receita de doces que leve manteiga, penso que esta combina bem.


A ideia veio mais uma vez da Ina Garten...!! Ela é que é a culpada...!!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Diversas Compotas

Nestes tempos em que a temperatura começa a baixar, começo a pensar em compotas. Chegam as Abóboras, as Maçãs, os Figos... Delicioso! E já servem para os presentes de Natal ;-) É tão bom todo o aroma que invade a casa!!

Sendo assim, surgiram várias compotas.

Compota de Pêra & Canela

Esta compota foi feita especialmente para ser consumida com queijo da Ilha. Temos aqui excelentes queijos, com sabor forte, mesmo bons para este doce.

Vi a receita aqui e não hesitei em fazer.

Para 1kg de pêra, 500 gr de açúcar, 2 paus de canela, raspa de meio limão e 200 ml de água.

Cortar a fruta bem pequena e juntar todos os ingredientes num tacho.
Levar ao lume, deixar cozer até atingir o ponto estrada*. Não passei com a varinha porque queria sentir os pedaços da pêra. Retirar os paus de canela (houve um frasco que voltei a colocar lá um pau de canela) e colocar em frascos esterilizados* e ainda quentes (mas nunca até acima do gargalo) e pasteurizar*. Se não quiser dar-se ao trabalho de pasteurizar, basta fechar bem e virar de cabeça para baixo para criar vácuo natural e só se viram quando arrefecer por completo.


Compota de Figo & Amêndoa Torrada

Vi esta receita neste blog, levava Vinho do Porto. Eu fiz as minhas alterações.

Para cerca de 500 gr de figos maduros, 300 gr de açúcar, sumo de uma laranja, 1 casca de laranja, sumo de uma lima (ou limão), 2 paus de canela e 1 cálice de Vinho Madeira.

Cortar os figos em quartos e deitar tudo num tacho. Deixar macerar por 15 min. Levar ao lume, deixar ferver e baixar para o mínimo. Deixar cozer cerca de 20 min.
Retirar os paus de canela e passar com a varinha mágica. Deixar apurar até atingir o ponto estrada*.
Entretanto, numa frigideira pequena, colocar amêndoa picada e deixar torrar um bocadinho, até ficar ligeiramente castanho, cerca de 5 min. Cuidado para não deixar queimar. Deitar a amêndoa no tacho da compota já pronta. Envolver bem e deitar em frascos esterilizados* e ainda quentes (mas nunca até acima do gargalo) e pasteurizar*. Se não quiser dar-se ao trabalho de pasteurizar, basta fechar bem e virar de cabeça para baixo para criar vácuo natural e só se viram quando arrefecer por completo.


Compota de Tomate & Maçã

Esta compota fui buscar a ideia ao Blog da Joana Roque. É a minha compota preferida!

Para 800 gr de tomate pelado e escorrido, 400 gr de maçã com casca e sem caroço, 900 gr de açúcar e 2 paus de canela.

Para pelar o tomate basta colocá-los cerca de 30 segundos em água a ferver e passar rapidamente por água fria para não cozerem. A pele sai lindamente! Pô-los numa peneira durante 30/40 min e ir espremendo levemente para perderem a maior parte da água que têm. Partir a maçã em bocadinhos. Colocar num tacho todos os ingredientes, levantar fervura, baixar o lume e deixar cozinhar.
Quando estiver tudo cozido (cerca de 30 min.) tirar os paus de canela e passar com a varinha mágica e deixar cozinhar até atingir o ponto estrada*.
Deitar o doce em frascos esterilizados* e ainda quentes (mas nunca até acima do gargalo) e pasteurizar*. Se não quiser dar-se ao trabalho de pasteurizar, basta fechar bem e virar de cabeça para baixo para criar vácuo natural e só se viram quando arrefecer por completo.



Compota de Abóbora, Maçã & Cardamomo

Para 100 gr de fruta (abóbora + maçã), 70 gr de açúcar.
A maçã é metade do peso da abóbora.

Ou seja, para exemplificar (eu não fiz com estas medidas, fiz mais mas não apontei...) são 66,6 gr de abóbora e 33,3 gr de maçã, isto se quisermos ser bastante exactos. Espero ter sido clara... Podemos sempre fugir um bocadinho, claro, pois não é fácil arranjar estas medidas exactas.
Cortar a maçã e a abóbora em bocadinhos pequenos e colocar na panela com 2 paus de canela, o açúcar e 2 vagens de cardamomo abertas e esmagadas. Deixar cozer em lume brando.
Retirar os paus de canela, passar com a varinha mágica e deixar cozer até atingir o ponto estrada*.
Deitar o doce em frascos esterilizados* e ainda quentes (mas nunca até acima do gargalo) e pasteurizar*. Se não quiser dar-se ao trabalho de pasteurizar, basta fechar bem e virar de cabeça para baixo para criar vácuo natural e só se viram quando arrefecer por completo.


Compota de Pêros Bravos Esmolfe & Canela

Para 1Kg de maçãs, 800 gr de açúcar, 150 ml de água, sumo de 1 limão, 1 pau de canela e uma colher de chá de canela em pó.


Partir as maçãs em bocadinhos pequenos, (ser rápida nesta operação pois estas maçãs oxidam muito rapidamente) e regar logo com o sumo de limão. Colocar o resto dos ingredientes e deixar levantar fervura. Baixar o lume e deixar cozer em lume brando, cerca de 1h (para esta quantidade de maçãs). Tirar o pau de canela, passar com a varinha mágica e deixar até atingir o ponto estrada*.
Deitar o doce em frascos esterilizados* e ainda quentes (mas nunca até acima do gargalo) e pasteurizar*. Se não quiser dar-se ao trabalho de pasteurizar, basta fechar bem e virar de cabeça para baixo para criar vácuo natural e só se viram quando arrefecer por completo.

Compota de Araçal, Laranja & Canela

300 gr de araçal, 200 gr de açúcar, 2 paus de canela e raspa de uma laranja

Num tacho colocar o araçal, com casca mas sem o "fundo", o açúcar, os paus de canela e a raspa de laranja. Foi ao lume brando durante 30 minutos. Tirar os paus de canela e passar com a varinha e depois por uma peneira para tirar as graínhas. Vai ao lume novamente para atingir o ponto estrada*.
Deitar o doce em frascos esterilizados* e ainda quentes (mas nunca até acima do gargalo) e pasteurizar*. Se não quiser dar-se ao trabalho de pasteurizar, basta fechar bem e virar de cabeça para baixo para criar vácuo natural e só se viram quando arrefecer por completo.


Compota de Ananás & Côco Torrado

Com a inspiração da cozinha da Duxa, saiu esta compota.

Para 800 gr de ananás arranjado, são 350 gr de açúcar, casca de meio limão e côco a gosto, torrado numa frigideira anti-aderente por 5 minutos.

Colocar tudo num tacho, excepto o côco e deixar cozer por 30 min. Triturar e depois deitar o côco. Deixar chegar ao ponto estrada*.
Deitar o doce em frascos esterilizados* e ainda quentes (mas nunca até acima do gargalo) e pasteurizar*. Se não quiser dar-se ao trabalho de pasteurizar, basta fechar bem e virar de cabeça para baixo para criar vácuo natural e só se viram quando arrefecer por completo.


Compota de Tamarilho & Cardamomo

Para 600 gr de tamarilho cortado, com pele e sementes, cerca de 600 gr de açúcar e 2 vagens de cardamomo.

Deitar o tamarilho e o açúcar num tacho, deixar cozinhar por 30 min. e passar com a varinha. Deixar atingir o ponto estrada*. O cardamomo é colocado em grão num almofariz e desfeito. Deitar o pó de cardamomo na compota e deixar cozinhar por mais 5 min.
Deitar o doce em frascos esterilizados* e ainda quentes (mas nunca até acima do gargalo) e pasteurizar*. Se não quiser dar-se ao trabalho de pasteurizar, basta fechar bem e virar de cabeça para baixo para criar vácuo natural e só se viram quando arrefecer por completo.


Compota de Tangerina, Nozes & Canela

Mais um doce de inspiração da Joana Roque.

1 kg de tangerinas cortadas finamente, com casca, a macerar em 2 litros de água, de um dia para o outro (ou pelo menos 8h), 1k e 600 gr de açúcar, sumo de meio limão, nozes torradas numa frigideira anti-aderente por 5 min e 2 paus de canela.

Num tacho, vai tudo ao lume e vai a ferver. Deixar cozer em lume brando até as cascas ficarem moles (no meu caso esteve 1h). Juntei então depois o açúcar e o sumo de limão. Mexer e deixar ferver. Deve demorar cerca de mais 1h para ganhar consistência. Juntar as nozes torradas a gosto. Os paus de canela podem retirar-se ou deixar para ornamentar os frascos.
Deitar o doce em frascos esterilizados* e ainda quentes (mas nunca até acima do gargalo) e pasteurizar*. Se não quiser dar-se ao trabalho de pasteurizar, basta fechar bem e virar de cabeça para baixo para criar vácuo natural e só se viram quando arrefecer por completo.





*Ponto Estrada:
É o ponto em que quando colocamos um pedaço de compota num prato e passamos com o dedo ou colher, abre uma estrada que não fecha.

*Esterilização:
Numa panela grande colocar água e quando levantar fervura mergulham-se e ficam deitados os frascos e tampas (estas devem ser de metal, nunca de plástico) que foram previamente lavados. A água deve tapar totalmente os frascos. Deixa-se ferver por 15 min. Deixar escorrer ligeiramente (evapora-se muito rápido o excesso de água que existe dentro do frasco) e enche-se com a compota.

*Pasteurização:
Numa panela grande, colocar os frascos e cobrir com água 2/3 dos mesmos. Há quem ponha um pano no fundo da panela e os frascos por cima. Deixar levantar fervura e ferver por 15 min. Deixam-se arrefecer dentro da panela.


quinta-feira, 25 de julho de 2013

Compota de Abóbora, Nozes & Canela

Já fiz compotas, mas nenhuma ficou tão saborosa como esta!!

Deram-me uma enorme abóbora e decidi fazer compota de abóbora com nozes e canela. A combinação perfeita!

Vi esta compota no blogue da Joana Roque. Achei interessante a forma de se fazer, por isso arrisquei.

Ingredientes para 4 frascos (180ml cada):

1 quilo de abóbora limpa
800g de açúcar
1 pau de canela
1 colher de chá de canela em pó
Nozes q.b

Cortar a abóbora em cubinhos pequenos.

Coloca-se depois numa taça e junta-se o açúcar e a canela em pó. Mexe-se bem e deixa-se ficar de um dia para o outro (12horas). Tem que ser uma taça grande, pois vai formar bastante líquido.

No dia seguinte coloca-se a abóbora e todo o líquido que se formou (e que é bastante!) numa panela.

Junta-se o pau de canela e leva-se a lume brando deixando o doce cozinhar até atingir o ponto de estrada.

Como o doce tem muita calda, por ter estado a macerar de um dia para o outro no açúcar, o tempo que vai demorar a atingir o ponto é mais demorado do que nas outras compotas em que tudo se coloca ao lume ao mesmo tempo. - Para saber se já está em ponto de estrada: coloca-se um pouco de doce num prato e passa-se com o dedo ou a ponta de uma faca. Se abrir uma "estrada" que não se feche de imediato, o doce está pronto.

Eu utilizei a varinha mágica para ficar uma compota mais cremosa, mas ainda com alguns pedacinhos de abóbora. Depois coloquei as nozes.

Coloca-se ainda quente em frascos de vidro previamente esterilizados e bem secos e tapa-se bem.

Põe-se depois de cabeça para baixo de modo a criarem um vácuo natural e assim se conservarem mais tempo.

Depois de frios guarda-se num local fresco e seco - como uma despensa ou armário.






sábado, 27 de outubro de 2012

Trick or Treat!

Claro que escolho doçura do que travessura! :-)

Por isso aqui fica uma receita do Chef Henrique Sá Pessoa - Compota de Pêra

Descasca-se e corta-se em tamanho uniforme 1kg de pêras.

Coloca-se numa panela com 800 gr. de açúcar (eu retirei um bocadinho) e um pouco de água (q.b) até levantar fervura.

Acrescenta-se a raspa e o sumo de 1 limão e 1 pau de canela.

Depois de atingir o ponto (eu guiei-me pelo ponto estrada), coloca-se em recipientes e deixa-se arrefecer.

Serve-se com pedaços de queijo da ilha.

Happy Halloween's Day!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Brioches da Julia Child

Um dia dei com a receita da Lenita sobre Brioches. Perante tal post era impossível ficar quieta :)

Fui para a cozinha e pus mãos à obra.

Demorou um tempinho, mas é porque demora o seu tempo para levedar. Dá gosto depois ver o resultado final!

Sem dúvida, um brioche sublime! Não duraram muito tempo... Ainda não vi o filme (Julie & Julia) mas pelo que dizem faz as delícias de quem ama a cozinha.

Se tivesse tempo, passava-o a pesquisar sobre as maravilhas culinárias da Julia Child :)

Os ingredientes segui-os à risca:

Esponja

85 g de leite; (pus 95 gr)
20 g de levadura fresca; (pus uma saqueta de fermento em pó, não encontrei fermento fresco...)
1 ovo;
360 g de farinha de trigo T 65

Brioche

120 g de açúcar;
5 g de sal;
4 ovos;
200 g de farinha de trigo T 65;
170 g de manteiga.

Para Pincelar
1 gema;
3 colheres de sopa de leite.

A execução também a segui letra por letra:

Esponja
Desfazer o fermento no leite morno.
Bater o ovo e juntar.
Agregar metade da farinha e amassar com as varas da batedeira durante uns 5 minutos.
Com a restante farinha polvilhar a mistura e deixar levedar de 30 a 45 minutos.
Passado este tempo a massa deve ter crescido e duplicado de volume, a farinha, à superfície, apresenta fissuras deixando ver a massa.

Brioche

Juntar à massa da esponja (e farinha que a cobre) o açúcar, o sal, os ovos batidos e 180 g de farinha (reservam-se 20 g). Trabalhar a massa até que esta se despegue das paredes da tigela, se for necessário juntar as 20 g que se reservaram.
Seguidamente agregar a manteiga, que deve estar à temperatura ambiente, pouco a pouco, em pequenas doses. Juntar mais manteiga apenas quando a anterior já está bem incorporada. Esta operação demora algum tempo.
No início parece que a massa vai ficar demasiado pegajosa e impossível de manusear, mas com a continuação do processo de amassar ela vai adquirindo consistência, ficando elástica e brilhante. No final deve despegar-se da tigela, mas permanece muito elástica e fofa.

Não é fácil, mas o resultado final compensa!!


Chegado a este ponto pode-se optar por duas hipóteses:  1.ª - depois da massa levedar durante 2 h a 2.30 h, até duplicar de volume, continuar com a receita; (esta foi a minha opção)

2.ª - tapar o recipiente com película aderente e deixar toda a noite na parte mais baixa do frigorífico, no máximo de 8 horas e meia.

Depois é começar a dar a forma desejada.

Divide-se a massa em porções cerca de 85 gr cada.

Fazer pequenos rectângulos com o rolo da massa e depois corta-se cerca de 5 a 6 tiras numa das pontas (fica parecido a um pente).

No outro lado que não tem as tiras, começar a enrolar, até à ponta que tem as tiras.

Colocar num tabuleiro enfarinhado em formato de uma banana.

Pincelar os brioches com 1 gema desfeita em 3 colheres de sopa de leite.

Deixar levedar mais uma hora.

Depois deste tempo, colocar no forno, pré-aquecido a 180º, durante 15 a 20 minutos.


No blog da Lenita tem o passo a passo, com muitas fotos. Está tudo muito bem explicadinho. O meu muito obrigada à Lenita! Tem umas mãos e uma paciência de Anjo :) Aconselho vivamente a visitá-lo!

Os brioches levam o seu tempo, mas vale cada segundo! Comidos com doce ou simplesmente sem nada... Hmmmm!!

Experimentem!

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Compota de Pêssego

Já tinha feito uma vez Compota de Pêssego. Voltei a fazer para dar à minha sogra e à minha mãe.

Desta vez ficou muito melhor, não sei porquê :-)

Fiz 1kg de pêssegos para 700 gr de açúcar branco (mesmo assim acho o doce um pouco doce, talvez para a próxima ponha menos açúcar para experimentar). E pus 4 paus de canela e 5 casquinhas de limão.

E voilá! Prontinhos a entregar! Como rendeu 3 frascos e um copo, um frasco e o copo fica para mim :-) pois o outro também está a acabar...

domingo, 5 de agosto de 2012

Panna Cotta de Lúcia Lima com Compota de Pêssego

Tornei-me fã deste programa do José Avillez - JA ao Lume

Cozinha super simples e muito deliciosa!

Já há muito que ouvia falar de panna cotta, mas nunca tinha visto como se fazia, até que neste programa apareceu a receita. Tão fácil e rápido e com tanto sabor!

Neste caso as natas foram aromatizadas com lúcia lima, mas podemos aromatizar a nosso gosto: baunilha, canela... e por aí fora...

É só por as natas ao lume com infusão de folhas lúcia lima (usei as secas, das que usamos para fazer chá) e deixar aquecer um pouco mas sem ferver. Juntei só uma colher de sopa de açúcar às natas.

Eu fiz só um pacote de natas, ou seja, 200ml que só deu para duas taças, mas para a próxima arranjo copinhos como os dele :-)

Portanto para 200ml de natas, pus só uma folha de gelatina demolhada em água com gelo. Depois espremi-a e coloquei-a nas natas, que entretanto já as tirei do lume. Elas derretem automaticamente.

De seguida é só colocar nas tacinhas, ou neste caso, em copinhos e vai ao frigorífico pelo menos 2h.

Por fim foi só colocar a compota de pêssego que tinha feito e voilá! Uma maravilha!!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Compota de Pêssego e Doce de Ananás Biológico

Foi no post da Joana Roque que me despertou a compra deste maravilhoso doce!

Aqui tão perto, já o vi por várias vezes, mas nunca me deu para comprar...!!!

Mas com a receita da Joana, abriu-me o apetite e resolvi comprar o doce para um dia destes reproduzir a maravilha que ela fez, que pelos vistos é típico de cá.


Entretanto tinha ainda pêssegos a amadurecer rapidamente e decidi fazer mais um doce.

Coloquei cerca de 500 gr de pêssegos já descascados e descaroçados, com 350 gr de açúcar (foi mistura de branco com mascavado) num tacho.

Deixei os pêssegos absorverem o açúcar e só depois é que pus ao lume.

Lume brando cerca de 30 minutos.

Depois passei com a varinha mágica e juntei 3 cascas pequenas de limão e 2 paus de canela. Deixei ferver durante 15 minutos. Se já estiver grosso e fizer o ponto estrada, está perfeito! Caso ainda não esteja nesse ponto, deixar cozer mais um pouco, mas não muito.

De seguida deixa-se arrefecer para se poder tirar os paus de canela e as cascas do limão e podermos deitar em frascos. Esta quantidade deu-me para um frasco de 350 ml e uma tacinha que é para ser consumida já amanhã :-)

No final de tudo deitamos água numa panela e pomos um pano no fundo. Quando ferver colocamos o frasco de cabeça para baixo de maneira a que fique coberto de água e deixamos ferver durante 10 minutos. Assim não se estraga nem ganha bolor. Ficou muito saboroso!!

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