Mostrar mensagens com a etiqueta WoodFlavors. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta WoodFlavors. Mostrar todas as mensagens

sábado, 7 de março de 2015

Filete de Abrótea cozido ao vapor de funcho e gengibre!

De vez em quando convém inovar na cozinha. Fazer e experimentar coisas novas assim como novas técnicas. Foi o caso de hoje.

Numa panela de cozer a vapor, no fundo, coloquei funcho fresco e ralei uma noz de gengibre. Pus a parte de cima da panela e coloquei dois filetes de abrótea temperados com sal e pimenta branca. Tapei e deixei aquecer, em lume brando, cerca de 5 a 7 minutos (ter atenção para ver se não queima) e depois quando o fundo da panela estiver bem quente, refresquei com 50 ml de aguardente e 50 ml de água.

Esta operação tem que ser feita muito rapidamente, ou seja, levantamos a parte de cima da panela onde está o peixe, refrescamos com a aguardente e a água e colocamos imediatamente a parte de cima da panela, com o peixe (que tem a tampa por cima) para não se perder os vapores, os aromas.

Deixar ferver cerca de 10 a 15 minutos. Coze muito rapidamente! Se não quiserem usar aguardente, usem só água. Os 100 ml depende do tamanho da panela de cozer a vapor. Se for muito grande e virem que 100 ml de liquido é pouco, acrescentar mais. Tem que cobrir o fundo da panela.

Acompanha com batata doce assada no forno e um molho de iogurte.

A batata é cortada em palitos grossos, com casca, e envolta em azeite, sal e paprika. Vai ao forno cerca de 20 a 25 min. conforme os fornos, a 180/200ºC.

O molho de iogurte, fiz com uma embalagem de iogurte natural, uma colher de chá de vinagre de champanhe (ou outro a gosto), uma pitada de sal, uma colher de chá de mel, uma colher ou duas de azeite e uma colher de chá de mostarda dijon. Mexer tudo muito bem e servir polvilhado com sementes de sésamo.

Nunca comi peixe cozido tão saboroso!

E mais uma vez, a WoodFlavors esteve presente na nossa mesa para abrilhantar este prato tão simples!

segunda-feira, 2 de março de 2015

Uma visita e uma receita!

Ontem fui ver, pela primeira vez (finalmente!!) a Exposição de Camélias nas Furnas.


A Camélia, símbolo da Chanel desde sempre (ver história AQUI). Na Ásia é símbolo de pureza e longevidade. No Japão significa "excelência sem pretensão".


Uma exposição que já vai na sua 13ª edição. A ver se para o ano não volto a perder, pois valeu mesmo a pena!

Cá fora tinhamos venda de camélias, assim como fotos das suas mais diversas espécies.




Lá dentro havia das mais belas camélias que alguma vez vimos... Dos quatro cantos do mundo, assim como das mais variadas espécies!







Tinha também uma sala onde podíamos degustar e ver o que de melhor se faz em S. Miguel!


Uma das bancadas mereceu a minha maior atenção... Queijada de Inhame!


Trouxe uma caixa para casa, duas foram comidas assim, para serem degustadas no seu estado mais natural e as outras quatro prometi a mim mesma fazer uma sobremesa a partir das queijadas!


Saiu um "De-Constructed" Cheesecake de Lima com Queijada de Inhame!

Uma perdição... de que me lembrei eu... O cheesecake não saiu muito doce (pois as queijadas já o são...) e numa versão mais light do que eu estou habituada a fazer: sem natas!

Parti 4 queijadas em pedacinhos pequenos. Depois coloquei no forno, para termos algo crocante, e devido à sua consistência de queijada a ver se seca mais um bocadinho. Ter muito cuidado para não queimar, só queremos lhe dar um aspecto mais crispy! Cerca de 5 min deve ser suficiente. Quando retirarmos do forno, os pedacinhos começam a arrefecer e vão ficar mais rijinhos.


Bati uma embalagem de queijo creme, à temperatura ambiente. Depois, enquanto a batedeira continua a bater, adicionar uma lata de leite condensado, dois iogurtes naturais e raspa e sumo de uma lima. Continuou a bater, até verificarmos com um creme espesso.

Como eu ia fazer em versão "De-Constructed" não me preocupei com a consistência dele, mas mesmo assim adicionei 6 gr de gelatina em pó (sem açucar) de sabor laranja-manga diluída numa colher de sopa de água quente.

Costumo adicionar natas, mas não senti falta delas aqui! E para a próxima não vou por a lata toda do leite condensado.

Uma perdição e um Cheesecake bem diferente!

Claro que não podiam faltar as minhas tábuas WoodFlavors!!


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Duas espécies de omeletas... Com muito sabor!!

Não é bem omeletas mas é parecido! A primeira é mais tipo ovos mexidos com coisas boas, a segunda está melhorzinha mas ainda precisa de melhoramentos!

Omeletas é muito versátil pois podemos fazer de imensas coisas!! E se ao começarmos a formar a omeleta, ela não estiver a dar certo, vira sempre ovos mexidos!

Foi mais ou menos o caso destas... Penso que o problema foi ter recheio a mais e eu não ter deixado passar um bocadinho mais os ovos, mas gosto deles assim, amarelinhos e mal passados, por isso torna-se complicado dobrar a omeleta...

A primeira, foi feita com atum, cogumelos e queijo. Acompanhei com grão, cebola picadinha e coentros.


A segunda foi com o resto do atum, cogumelos salteados com paio do lombo, rúcula e coentros. Acompanhei com uma massinha tricolor e cebolinho.



Cada omeleta foi feita com cinco ovos e 4 colheres de sobremesa de natas, pois vai deixá-las mais fofas.

Quando tiver a perfeição nas omeletas eu coloco aqui as minhas dicas, até lá, ficam as ideias só dos sabores que conjugaram perfeitamente! Um casamento fantástico!

Se alguém tiver dicas agradeço do fundo do coração! <3

A apresentação foi feita nas tábuas WoodFlavors!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Arroz Gorreana com Frango em Molho de Soja e Mel e mais um desafio!

Adoro desafios! E hoje, na calmaria do meu dia, surgiu um!

Sem saber o que fazer para o almoço, o desafio acabou por dar-me a resposta!

O site The Right Tea, liderado por uma grande amiga minha, onde podemos desfrutar de dicas, experiências e curiosidades sobre o chá, desafiou-me a encaixar o chá nas minhas receitas, em que o chá ganhasse destaque e fosse um ingrediente principal.

Desafio aceite e desafio cumprido!

Tinha frango para o almoço com arroz branco, de manteiga e lembrei-me: Porque não avivar uma coisa enfadonha (o arroz branco) e torná-lo mais vivo? E assim foi!

Chá Verde, um ingrediente tão nosso (Chá Gorreana) com propriedades tão boas (cheio de anti-oxidantes) porque não usar mais vezes na nossa alimentação, em vez de usar água?

E assim foi, decidi fazer a receita de frango com molho de soja e mel que uso bastantes vezes e acompanhar com arroz de Gorreana.

O arroz não há nada mais fácil de fazer: Primeiro faz-se o chá. Para meio litro de água, uma colher de sopa de chá verde Gorreana. Atenção para não deixar ferver a água, senão quando colocarem o chá vai dar cabo das propriedades riquíssimas dele. Colocar o chá e deixar em infusão durante 5 minutos (conforme o gosto, se gostarem de mais forte deixem mais tempo), coar e depois fazer o arroz normalmente, como se água se tratasse.

O meu arroz branco costumo fazer muito simples: para duas pessoas, uma caneca de água (cerca de 350 ml de água - neste caso de chá) e depois quando ferver deitar metade da medida de água de arroz (ou seja, cerca de meia caneca). Temperar com sal (mas pouco...). Dá para ver se têm muita ou pouca água, se ao deitarem o arroz e com a ajuda de uma colher, o juntarem no centro do tachinho, se ele tocar no nível da água é porque têm a medida certa.


Mas normalmente, se cumprirem a regra de uma medida de água para meia de arroz, nunca vai falhar. No final, depois de ter absorvido a água praticamente toda, tirar do lume e adicionar um fio de azeite e envolver. O arroz vai ficar ligeiramente mais escuro que o normal, devido à cor do chá.

Na eventualidade, de não quererem dar-se ao trabalho de fazerem o chá primeiro, sempre podem colocar primeiro a água, já no tacho, para o arroz e depois quando a água ferver, colocar primeiro o arroz e só depois as folhas do chá num coador, daqueles que colocamos nos bules. Mas penso que assim se perdem propriedades do chá pois as folhas irão estar a ferver juntamente com a água e o arroz, e como disse há pouco, as folhas do chá verde não querem água a ferver...

Dá uma combinação infalível! E por mim até comia o arroz só assim! Fica muito melhor que o arroz branco normal... Podem experimentar com outros chás, ficará delicioso de certeza!

A apresentação é feita nas tábuas WoodFlavors!


A minha receita no site do The Right Tea AQUI
Podem encontrar o The Right Tea também no Facebook!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Uma parceria assim... Até aquece a alma!

E assim se começa bem a semana! Com uma parceria que nos consola a alma!

Produtos Portugueses como este deviam circular mais pelo nosso Portugal, pois se não apostarmos nos nossos produtos, não haverá volta a dar!

Por isso, é sempre com grande orgulho e com um enorme sorriso e é de coração, que abraço esta parceria com a WoodFlavors. Uma empresa jovem, dinâmica, com requinte, no mercado desde 2014 com tábuas de excelência e personalizadas ao nosso gosto!


Convido a todos a visitarem a página da WoodFlavors no Facebook. Vejam a variedade de tábuas e tamanhos! A preços bem competitivos! Vale mesmo a pena! Assim como a carpintaria responsável a Cardoso & Gaspar.

Junto dos bons amigos, à volta de uma mesa, repleta de iguarias que a nossa Gastronomia pode oferecer, criam-se grandes ideais e nascem grandes negócios! Assim apareceu a WoodFlavors. Uma marca de tábuas para apresentação, em madeira de pinho natural, onde qualquer coisinha que ponhamos lá em cima lhe fica bem e a refeição ganha outra cor e a mesa fica cheia de alegria e boa disposição!


Muito agradecida pela amabilidade do envio das tábuas personalizadas! São lindíssimas! Adorei!



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...